
Whiteout narra a história de Carrie Stetko, uma policial solitária numa missão especial na Antártica: investigar o primeiro caso de assassinato do continente gelado, o que a coloca diante de um mistério surpreendente. O longa tem 101 minutos e vale a pena por seu roteiro pouco pretensioso. Com poucos personagens a narrativa evolui bem sem ações muito exageradas ou suspenses ilógicos. O desfecho é previsível, mas não o torna menos interessante.
Terror na Antártida
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Menina dos Olhos

Jersey Girl, escrito e dirigido por Kevin Smith, conta a história de um publicitário que perde a esposa e o emprego e é obrigado a voltar para a casa de seu pai, no subúrbio de Nova Jersey, para criar sozinho sua pequena filha. O roteiro é simples, um pouco superficial e os personagens não são muito carismáticos, com exceção da pequena Gertie - hilária em alguns momentos.
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Hotel Chevalier

Hotel Chevalier, escrito e dirigido por Wes Anderson, é um curta-metragem de 13 minutos produzido em 2007 como um ato contínuo do longa de mesma autoria The Darjeeling Limited. É uma história simples passada dentro do quarto 403 do hotel homônimo e traz cenas de nudez de Natalie Portman.
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Marcadores: Jason Schwartzman, Natalie Portman
Fama

Fame é o remake homônimo do musical dirigido por Alan Parker na década de 80. A nova versão ficou responsável por Kevin Tancharoen que executou um bom trabalho. O longa não destaca como deveria e nem é um musical notável, mas tem histórias paralelas interessantes. O problema está justamente na quantidade de personagens e seus plots sem tempo suficiente para desenvolvê-los. Ainda que de modo superficial o espectador é convidado a conhecer o background de cada personagem inserido num contexto comum: todos eles estudam na New York City High School of Performing Arts e tem como paixão a arte. Muitos deles tem um caminho difícil e às vezes falham mas sempre buscando a fama, o sucesso como artistas. A trilha sonora tem seus pontos altos como Fame por Naturi Naughton, Black & Gold de Sam Sparro e o tema Hold Your Dream.
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Julie & Julia

Julie & Julia, dirigido por Nora Ephron, conta a historia real de Julie Powell, uma americana que depois de morar alguns anos na Europa ao lado de seu marido, comeca a desenvolver seu talento com a gastronomia. Com o passar do tempo ela decide publicar um livro com suas receitas tornando-a famosa. Paralelamente conhecemos a historia de Julia, uma profissonal frustrada que decide criar um blog e testar todas as receitas de Powell em um ano. Meryl Streep esta divertidissima no longa, tem talento de sobra e seguranca em cena.
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Bruno

Brüno traz Sacha Baron Cohen em sua nova avenrtura depois de Borat. A comedia tem basicamente a mesma formula. Apresenta situacao reais com pessoas anonimas forcadas por um personagem caricato. Entretanto dessa vez a medida e exagerada. O filme nao e tao divertido como primeiro, tem cenas exageradamente desconfortaveis e sem proposito e apelo sexual gratuito.
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Harry Potter e o Enigma do Príncipe

Harry Potter and the Half-Blood Prince traz a historia de um misterioso livro descoberto por Potter e que o incita a aprender sobre o passado sombrio de Lord Voldemort.
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Inimigos Públicos

Public Enemies, dirigido por Michael Mann, baseado no romance de Bryan Burrough narra o cenario de criminalidade dos anos 30 quando agentes tentar capturar gângsteres americanos.
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My Sister's Keeper

My Sister's Keeper conta a historia de uma família que tem seu destino alterado por uma doença. Quando ainda criança, Kate e diagnostinada com leucemia. Seus pais decidem então ter uma outro filho com a esperança que este possa ser um doador compatível a fim de prorrogar a vida da garota. Nasce então a pequena Anna, que por treze anos e submetida a inúmeras consultas medicas com o propósito de ajudar a irmã mais velha. Num dia qualquer Anna toma uma decisão impensável que promete abalar a todos solicitando sua emancipação medica alegando que quer também aproveitar sua vida e não deseja mais participar do tratamento de Kate. Cameron Diaz interpreta Sara, uma mãe quase que coadjuvante na historia. Seu papel teria tudo para ser mais forte e notável, mas Diaz deixa a desejar com seu tom de voz e expressões inconvincentes. Abigail Breslin segura o filme e demonstra que, desde criança, e uma atriz em potencial. O trailer do filme e um excelente produto porque vende bem a historia (alias o trailer e melhor que o filme em si). O roteiro apela obviamente pro lado mais passional e sensível da audiência, provoca choro em alguns momentos, mas não passa de um drama agua com acucar. Excessos de narrativa em off em primeira pessoa e um roteiro confuso amparado por flashbacks tambem contribuem para que o filme seja mediano.
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A Era do Gelo 3

Ice Age: Dawn of the Dinosaurs, dirigido por Carlos Saldanha, traz a nova saga de Diego, Sid e Manny. Diego esta cansado de ser tratado como um gato domestico, Manny esta ansioso por seu novo bebe e Sid decide ter sua propria familia tambem roubando alguns ovos de dinossauro ate ser sequestrado por um eles. Seus amigos entao saem em sua busca e descobrem um vale repleto de dinossauros ferozes e famintos. O filme e divertido em varios momentos, mas nao e melhor que seus antecessores. A animacao que tem 94 minutos traz ainda o legendario esquilo em busca de sua noz que desta vez se ve apaixonado.
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A Proposta

Dirigido por Anne Fletcher, The Proposal traz Sandra Bullock como uma chefe mandona e pouco simpática que de repente se vê prestes a ser deportada para o Canada tendo sua carreira bem sucedida interrompida. Sua relacao com seu secretario interpretado por Ryan Reynolds transforma-se então numa oportunidade única para conseguir sua cidadania americana. Os problemas começam quando o noivado de faz de conta ganha maiores proporcoes e Bullock conhece a família dele. O filme e uma excelente comédia romântica com piadas sutis e de bom gosto alem da química entre os protagonistas ser notável.
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Up - Altas Aventuras 3D

Up!, produzido pela Disney/Pixar, assemelha-se muito ao projeto de Wall-e, não somente por seu estilo de narrativa como também como técnica de animação que a cada dia tem se tornado mais robusta. Para alguns o longa pode soar como triste em alguns momentos, mas e na verdade uma aventura que conta a historia de um velhinho viúvo chamado Carl que passou a vida inteira planejando em explorar o mundo. Quando criança sonhava em ser piloto e dai surge a ideia surreal de viajar ate a América do Sul em sua casa suspensa por balões. A animação, primeira em 3D Digital do estúdio, tem cores vibrantes e o efeito de perspectiva ajuda a aumentar a imersão da audiência na historia. Seu roteiro não e necessariamente deslumbrante, mas tem varios detalhes interessantes. Seus personagens são carismáticos, os diálogos são sutis e sensíveis e o primeiro ato que conta a passado de Carl e feito com extremo bom gosto. O filme incita a audiência a usar sua imaginação e e engraçado em varias cenas.
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Se beber, não case

The Hangover e a prova concreta como o senso de humor varia em cada cultura. Popular e ovacionado aqui nos Estados Unidos, o longa dirigido por Todd Phillips pode não ser a melhor comédia para o publico brasileiro, mas garante-se com sua audiência original. O filme conta a historia de uma turma de amigos que vão para Las Vegas celebrar o casamento de um deles em uma despedida de solteiro. Os problemas acontecem quando eles acordam no dia seguinte rodeados de situacoes bizarras numa bagunca surreal no quarto do hotel. Ainda bêbados e com a memoria falhando, eles tentam lembrar o que aconteceu na noite anterior porque o noivo - prestes a casar-se no dia seguinte - desaparece. A premissa pode ate ser interessante, mas não e suficiente para ser notável. No cinema, a plateia americana delirava com as situacoes e ria a cada novo segundo. Tecnicamente o longa e simples, tem roteiro e piadas bobas ao estilo comédia pastelão.
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17 Outra Vez

Zac Efron interpreta Mike O'Donnell em 17 Again, uma comédia romântica que - apesar de ter uma premissa bem cliché - traz um roteiro divertido, leve e pouco prepotente. A historia e na verdade bem conhecida: por efeitos místicos Efron volta a sua adolescencia onde tem a oportunidade de estudar na mesma escola que seus filhos, tornar-se mais amigos deles e lidar com seu casamento que esta prestes a ir para um divorcio. O longa tem situacoes engraçadas e Efron revela-se ter evoluído como ator. Seu papel não e necessariamente notável, mas segura bem a historia e seu carisma e charme parecem ter dimensões maiores nesse filme. Em compensação Matthew Perry - que interpreta Mike na fase adulta - faz um trabalho mediano, facilmente substituível. Participa tambem Leslie Mann.
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Minhas Adoráveis Ex-namoradas

Ghosts of Girlfriends Past traz Matthew McConaughey como Connor Mead, um mulherengo e bem sucedido fotografo que adoro diversão, mulheres e liberdade. Antes do casamento de seu irmão (e prestes a arruinar a cerimonia) recebe a visita de fantasmas que o levam a relembrar seu relacionamentos passados e como suas escolhas e atos o fizeram tornar um insensível homem e sem ilusão de encontrar o amor da sua vida. O longa, que tem 100 minutos, tem roteiro fraco, cliché e o relacionamento entre McConaughey e Garner não tem química e não convence a audiência. O filme pode ate ser divertido em alguns momentos, mas não passa de uma comédia romântica pretensiosa centrada nos deslizes de Mead.
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Monstros vs. Alienígenas 3D

Monsters vs Aliens conta a historia de um ataque alienígena que incita o presidente americano a adotar um plano que permite a libertação de monstros como forma de defesa da Terra. A animação da Dreamworks e de longe uma das melhores do estúdio. Tem roteiro fraco e pouco atraente e seus personagens não tem carisma suficiente. Ainda que o filme conte com o recurso 3D digital - o que aumenta a profundidade de campo e a perspectiva - a tecnologia não segura a narrativa. Participam do filme Reese Witherspoon, Hugh Laurie, Kiefer Sutherland e Renée Zellweger.
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Watchmen - O filme

Watchmen, dirigido por Zack Snyder baseado na HQ de Alan Moore e Dave Gibbons, pode ser considerado uma obra de arte, um produto cuja criativade é acompanhada pelo bom e sofisticado gosto de sua execução. O longa é de longe um blockbuster em seu sentido mais literal e exige muito do espectador na sua interpretação. De modo grosseiro, sua narrativa pode ser considerada uma mescla de Sin City de Frank Miller e The Fountain de Darren Aronofsky, carregando um pouco da inigualável direção de arte daquele e da subjetividade inteligente deste. Apesar do tempo da fita exceder os 160 minutos, o roteiro é eficaz e consegue prender a atenção do espectador, cria na medida certa as sequências e o andamento da trama e sobretudo traz diálogos sensatos e não clichês. Cada palavra dita, cada entonação de voz é equilibrada. Não há aqui uma violência gratuita e assustadora e embora nem tudo seja justificável a primeira vista, sua história deixa pistas que incitam a audiência a entender nas entrelinhas os reais motivos daqueles que poderíamos chamar anti-heróis. Sua estética moderna e sua edição dinâmica complementam os efeitos especiais que, embora algumas vezes soem exagerados, não são nada mais que consequência da trama. Percebe-se no longa que o conteúdo prevalece a quaisquer explosões, efeitos visuais ou lutas. A trilha sonora do filme é outro grande e merecidíssimo destaque numa ousada e moderna seleção trazendo My Chemical Romance, Nat King Cole, Bob Dylan, Janis Joplin, Nena, Simon And Garfunkel entre outros. Watchmen é sem dúvida um dos melhores filmes contemporâneos feito sobre a figura de um (super)herói. Sua história é amparada por uma vasto e culto repertório que inclui referências filosóficas, musicais e visuais. Seus personagens são capazes de criar uma atípica simpatia com a audiência sempre materializados pelo esteriótipo de um caracter da humanidade. Doctor Manhattan é notável e talvez sua história seja suficientemente mais interessante que a de seus companheiros. Seu tom de voz sempre tranquilo e suas idéias metafísicas geram um certo desconforto a princípio porque força justamente o espectador a enxergar a vida e o problema da guerra nuclear além do que se pode ver, além da superficialidade. A cena em que está em Marte sentado na posição de Lótus é bonita e sutil.
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A outra

Baseado em fatos reais, The Other Boleyn Girl - dirigido por Justin Chadwick - traz a história do Rei Henry VIII da Inglaterra e seus relacionamentos extra-conjugais com as irmãs Anne e Mary, movidas pela ambição cega da família Boleyn pelo poder. Natalie Portman dá um show de interpretação e demonstra confiança e segurança em cena. Seus olhares e sua dicção são equilibrados e persuasivos. Por outro lado Scarlett Johansson revela-se em mais um projeto ser um atriz mediana e que não consegue arrancar emoções sinceras da audiência. A fotografia e direção de arte do longa são impecáveis assim como seu roteiro. As sequências são medidas na dose certa de modo que não causem o tédio e não extendam ou cortem excessivamente a história do rei inglês.
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Marcadores: Eric Bana, Natalie Portman, Scarlett Johansson
Zodíaco

Baseado em fatos reais, Zodiac - dirigido pelo visionário David Fincher - narra a história de um serial killer americano que aterrorizou a população de São Francisco com seus assassinatos e suas cartas codificadas enviadas a imprensa e a polícia. O filme é longo, tem 158 minutos, mas é suficientemente atraente e capaz de prender a atenção da audiência em cada instante. O mais interessante é que não é necessário criar quaisquer sequências exageradas e de mau gosto em relação às vítimas para criar uma atmosfera de suspense e agonia. Todo o roteiro é muito bem estruturado e apesar da história de passar em diversos lugares e em diversos anos, não chega a ser confuso. Jake Gyllenhaal é um simples cartunista de um jornal local que se interessa pela investigação do assassino e busca meios de desvendar o mistério. Participam do filme também Mark Ruffalo, Robert Downey Jr. e Chloë Sevigny. Fincher é cuidadoso também com seu elenco, mas Ruffalo como sempre parece perdido em cena, seu tom de voz agudo às vezes torna-se irritante e sua interpretação sempre passa a impressão que poderia ser mais convincente e sincera. Zodíaco é um excelente e inteligentíssimo thriller.
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Marcadores: Chloë Sevigny, Jake Gyllenhaal, Mark Ruffalo, Robert Downey Jr.
Dia dos namorados macabro 3D

Previsível, tosco e repleto de clichês. My Bloody Valentine, dirigido por Patrick Lussier, traz vários problemas em seu projeto. Tecnicamente é um filme de baixo custo e de mau gosto com falhas em seu elenco, edição e efeitos visuais, com cenas exacerbadas de sangue. Em relalação a sua trama, peca por construir uma narrativa nada envolvente e que trata o espectador como burro arrancando mais risadas da audiência que momentos de tensão. A cópia em 3D só serve mesmo para apreciar o recurso técnico, como nos primórdios do cinema no começo do século XX. Naquela época, os espectadores iam aos cine poeira (conhecidos também como Nickelodeons) somente para conferir os avanços tecnológicos - que resumiam-se a simples ilusão de movimento de fotografias - sem se preocuparem com o conteúdo. De fato a tecnologia 3D digital, que utiliza óculos polarizadores, é efiente. As cenas são incríveis e mais que ter a sensação de objetos que vão em direção ao espectador, o melhor e mais significante ilusão é a criação da perspectiva. No 3D temos um aumento significativo da imersão, porque há uma nítica sensação de quais objetos estão mais próximos e como eles estão distantes entre si. Por outro lado, a tecnologia ainda merece alguns ajustes. Tecnicamente não há um concenso sobre a legendagem em filmes 3D. Primeiro porque as legendas deveriam vir embutidas na pós-produção do longa para acompanhar o efeito de profundidade, o que encareceria e muito o projeto. Segundo porque ainda que as legendas sejam convencionais com uma barra sólida preta atrás, perderia-se muito ta ilusão que o 3D promove. Logo a dublagem acaba sendo a "melhor" solução. Em My Bloody Valentine a adaptação do áudio para língua portuguesa é péssima, tem tradução vazia e os movimentos labiais às vezes não correspondem ao som com fidelidade. O longa também traz uma sequência ousada: logo em seus primeiros minutos, em um motel, o espectador presencia uma cena de sexo com nudez frontal explícita. O mais curioso é que o homem nunca aparece nu de frente, apenas de costas seguindo a curiosa e machista tradição de muitos longas. Em compensação a corajosa e loiríssima atriz Betsy Rue - que interpreta Irene - atua por cerca de 5 minutos completamente nua sem qualquer pudor, andando, correndo e sendo obviamente assassinada em momentos de completa e desnecessária nudez.
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Por uma vida menos ordinária

Dirigido por Danny Boyle, A Life Less Ordinary conta a história de um faxineiro que, após ser demitido e substituído por um robô, decide reivindicar seu emprego e termina sequestrando a filha de seu chefe. Embora a situação pareça caótica, é na verdade um plano celestial para que ambos se conheçam e se apaixonem como uma forma de reestabelecer na Terra o amor perdido entre os homens. O longa é extremamente onírico e sua narrativa lembra um pouco as obras de Terry Gilliam e David Lynch, obviamente não tão confuso, menos pretensioso e mais caricato. Os diálogos são marcados por um humor sarcástico e corrosivo além de ter cenas propositalmente exageradas. A trilha sonora é eletrônica a maior parte do tempo, mas mescla sons de baixo que criam uma atmosfera sombria. Participam do filme Ewan McGregor e Cameron Diaz. O longa tem 104 minutos e é de 1997.
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Marcadores: Cameron Diaz, Ewan McGregor
